Em uma sociedade onde a práxis é sempre renegada à teoria, onde um artesão pouco tem espaço comparado a um designer, onde o professor aparenta ser menor que um pesquisador, o meu intuito não vai ser aprofundar esta dualidade, pois sabemos que isto é fruto de uma grande racionalização da sociedade, mas quero entender que o artesão também é um designer, e o professor é sim um grande pesquisador, talvez um pouco menos pragmático em seus resultados, mas sim somos.
Buscando entender esta loucura de pensamentos e histórias cotidianas presente na práxis revolucionária que é estar na linha de frente na escola, resolvi criar este blog; costume que eu tenho desde de algum tempo e sazonalmente eu volto a escrever.
Quero com isto mostrar as diversas possibilidades que têm na pratica cotidiana escolar e problematizar o que é ensinar, fugindo da simplória visão pessimista, sem perder o horizonte utópico (de galeano) e sem perder o chão da realidade.
Queria eu exibir tudo isto de forma poética, mas não tenho a habilidade de meu amigo Carlos Augusto, nem a sensibilidade de Marco Sant'Anna e Otavio Schoeps, acho que minhas laminas verbais não estão tão afiadas, ainda, mas tenho uma capacidade de dar pedradas em vidraças e de consertar vidraças quebradas e usarei as mesmas, início por aqui, ou não, este diário de campo cotidiano.
Fernando Freitas - Professor da Escola Estadual Lauro Sanchez, Aquariano com ascendência em Capricórnio, e falta muito para festa junina?

Lerei sempre que tiver uma folga do Front. Boa Jandis. É isso ai, nenhuma limitação de caracteres nos amordaçará!!!
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